O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a prática de caixa dois em campanhas eleitorais é crime e também pode configurar ato de improbidade administrativa. A decisão foi tomada em julgamento virtual com repercussão geral. Com isso, políticos denunciados poderão ser responsabilizados tanto na Justiça Eleitoral quanto na Justiça comum. O entendimento endurece as punições para esse tipo de conduta, especialmente em ano eleitoral. O voto decisivo foi do ministro Kássio Nunes Marques, futuro presidente do TSE. Prevaleceu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Segundo ele, as esferas eleitoral e administrativa são autônomas. Enquanto a Justiça Eleitoral protege a legitimidade das eleições, a Lei de Improbidade Administrativa preserva a moralidade e o patrimônio público.Depois de semanas de pressão e ameaças tarifárias para anexar a Groenlândia, Donald Trump afirmou, no dia 21, ter fechado um acordo com a Otan sobre a ilha. Quase 20 dias depois, porém, os termos seguem desconhecidos. Líderes europeus como Emmanuel Macron, Friedrich Merz e Mette Frederiksen intensificaram encontros em apoio à soberania dinamarquesa. Trump, envolvido em disputas internas sobre o orçamento dos EUA, deixou o tema em segundo plano. Passou a focar em redes sociais e declarações sobre Irã, Venezuela e alegações infundadas sobre as eleições de 2020. Na quarta (4), a União Europeia retomou negociações comerciais com Washington, suspensas após o episódio da Groenlândia. O gesto foi visto como sinal de arrefecimento das tensões. Ainda assim, o tema preocupa capitais europeias. Governos discutem como dissuadir os EUA de uma eventual invasão da ilha.
TRUMP PUBLICA VÍDEO RACISTA
VAGA DO QUINTO CONSTITUCIONAL
PRESSÃO SOBRE OS MINISTROS TOFFOLI E MORAES
USO DE MÁSCARAS NO CARNAVAL
TRIBUNAL SUSPENDE COMPRA DE PALETÓS PARA MINISTÉRIO PÚBLICO
O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou o almoço do dia 12 com ministros no qual discutiria um cronograma para a implantação do Código de Ética da Corte. O encontro foi comunicado como “adiado”, após alguns ministros avisarem que não compareceriam, alegando viagens de Carnaval.