PREÇOS DE ALIMENTOS CAÍRAM 1,14%
VIDA ATIVA DESAFIA IDADE
O legislador terá de encontrar um ponto de equilíbrio, visando evitar os abusos e, ao mesmo tempo, preservar um dos mais importantes institutos para efetivação do direito, indispensável para acesso à Justiça. A busca terá de constituir no aperfeiçoamento dos mecanismos para direcionar no controle, evitando castigo para pessoas na busca da tutela jurisdicional por evidente falta de recursos financeiros. Alegam que a presunção relativa de veracidade da alegação de pobreza para merecer a gratuidade tem causado significativo aumento do número de ações judiciais, causando a transferência para o Estado dos custos que necessariamente deveriam ser suportadas por quem possui patrimônio ou renda suficientes. Sabe-se das profundas desigualdades sociais, daí porque o instituto torna-se verdadeiro mecanismo de concretização do princípio da igualdade material. As distorções e utilização indevida por pessoas inescrupulosas merecem outro tratamento que não seja a punição aos necessitados.
O impacto econômico da gratuidade da Justiça com redução na arrecadação de custas e aumento dos custos para o Estado não pode dificultar a eficiência da prestação jurisdicional. O outro argumento consiste no estimulo da litigância excessiva que causam o congestionamento do Judiciário, porque sem racionalização do sistema para reduzir ações manifestamente improcedentes. Todavia, o Código de Processo Civil já oferece mecanismos suficientes para coibir eventuais fraudes, a exemplo da impugnação da gratuidade ou da possibilidade de o juiz determinar comprovação da alegada insuficiência econômica incompatível com o benefício. Nesses casos, se demonstrada má-fé ou falsidade na declaração de pobreza, resta a perda da gratuidade e a condenação no pagamento das despesas processuais e outras sanções legais cabíveis. Induvidosamente, o caminho a ser seguido não pode constituir em dificultar a gratuidade para quem precisa, mas buscar dados oficiais, informações fiscais, registros patrimoniais e outros argumentos para conferir segurança no direito dos que realmente necessitam.
Salvador, 29 de julho de 2026.
Segundo o governo, estão sendo elaborados relatórios de impacto e registros de tratamento de dados para ampliar a transparência. Nos bastidores, a gestão atribui problemas a mudanças na Secretaria da Administração e afirma que atenderá às recomendações do MP. A investigação também examina cláusulas de consumo mínimo e a divisão dos riscos financeiros entre Google, Celepar e órgãos estaduais. Um aditivo reduziu quase 28 mil licenças da Secretaria da Educação, cortando cerca de R$ 30 milhões do contrato, custo que poderá recair sobre a Celepar. O caso ocorre paralelamente ao processo de privatização da estatal, atualmente suspenso e contestado no STF.
A Casa Branca elevou a meta para 2 mil prisões de imigrantes por dia, quase o dobro do ritmo registrado no início do ano. Advogados relatam detenções de engenheiros, ex-au pairs, recém-casados com americanos e solicitantes de asilo. Vídeos das abordagens viralizaram nas redes sociais, incluindo o caso da equatoriana Chantal Morales Rojas, detida ao embarcar em Denver mesmo com pedido migratório em análise. Especialistas em imigração afirmam que a prática representa uma mudança sem precedentes e passaram a recomendar que estrangeiros com processos migratórios pendentes evitem viagens aéreas dentro dos Estados Unidos.
O PIB per capita argentino continua superior ao brasileiro, mas permanece abaixo do pico de 2011. No Brasil, o indicador vem crescendo desde 2022. A dívida pública brasileira supera 90% do PIB pelos critérios do FMI e segue em alta. Na Argentina, houve redução da dívida durante o governo Milei, embora o país ainda tenha baixa classificação de crédito. No investimento estrangeiro direto, o Brasil recebeu US$ 77 bilhões em 2025, tornando-se o terceiro principal destino mundial, enquanto a Argentina atraiu apenas US$ 3,1 bilhões, o menor volume da região.
Moradores relataram momentos de pânico durante o tremor, que provocou mais de 60 réplicas nas horas seguintes. As autoridades alertaram para o risco de novos abalos de forte intensidade. Kumamoto já havia sido devastada por terremotos em 2016, que deixaram 273 mortos e mais de 2.800 feridos. Localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, o Japão está entre os países mais sujeitos a terremotos e registra centenas de tremores por ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou mensagem de solidariedade à premiê japonesa e às famílias das vítimas, manifestando apoio ao povo japonês diante da tragédia.
Crianças e adolescentes voltaram a aparecer entre as vítimas. Duas crianças foram baleadas em ações policiais, enquanto o número de adolescentes atingidos cresceu 36%. Os casos de pessoas baleadas dentro de casa aumentaram 17%, e os feminicídios cresceram 25%. Entre os casos está o assassinato da cabo Celeste de Oliveira Martins pelo marido, também policial militar. O número de agentes de segurança baleados dobrou em relação a 2025, e 59% foram atingidos durante o serviço. Salvador concentrou 74% dos tiroteios da RMS, com 473 ocorrências, 338 mortos e 126 feridos. Em seguida aparecem Camaçari, Dias d'Ávila, Lauro de Freitas e Simões Filho. Entre os bairros mais afetados estão Beiru/Tancredo Neves, São Cristóvão, Engenho Velho de Brotas, Pirajá, Itapuã, Pernambués e Santa Cruz.
A guerra já matou 18 soldados americanos e milhares de pessoas no Irã e no Líbano. O aumento do preço da gasolina também elevou a insatisfação dos eleitores, preocupando estrategistas republicanos às vésperas das eleições de meio de mandato. A pesquisa mostra ainda vantagem dos democratas entre eleitores independentes para o Congresso e na avaliação da economia. Muitos entrevistados disseram que Trump deveria priorizar problemas internos em vez de ampliar o envolvimento militar no Oriente Médio. O levantamento ouviu 1.246 adultos entre os dias 24 e 26 de julho, com margem de erro de três pontos percentuais.
CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF
O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ
FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP
TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA
CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS
DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT
Levantamento da Associação dos Advogados (AASP) mostra que 75% dos advogados brasileiros defendem a regulamentação do uso da Inteligência Artificial na profissão. A pesquisa, realizada com 1.149 participantes entre maio e junho, aponta que mais de 87% já utilizam ferramentas de IA no dia a dia. O mesmo percentual afirma que a tecnologia aumenta a produtividade em pesquisas, elaboração de peças e análise de jurisprudência. Apesar disso, três em cada quatro profissionais defendem revisão humana das respostas geradas. Mais da metade considera as "alucinações" da IA o maior risco. Outros 23% criticam o uso sem supervisão, 14% apontam dependência excessiva e 7% temem impactos no sigilo profissional. Para a maioria, a IA complementa o trabalho jurídico, assumindo tarefas operacionais, enquanto estratégia e interpretação permanecem sob responsabilidade dos advogados. A presidente da AASP, Paula Lima Hyppolito Oliveira, afirma que o desafio é conciliar inovação, qualificação e segurança.
PROFESSOR REPROVA ALUNOS POR USO DE "IA" EM REDAÇÃO
Um professor da Alcorn State University, nos EUA, viralizou ao reprovar 32 dos 35 alunos após identificar o uso de IA em uma redação. O historiador Jason Gibson inseriu, no enunciado, uma instrução oculta em letra branca para incluir a palavra “Madagascar” em um contexto sem sentido. Quem copiou o texto para ferramentas como o ChatGPT levou a instrução escondida junto. Diversas redações apresentaram a palavra, revelando o uso da IA sem revisão. Após a correção, o professor explicou o motivo das reprovações e mostrou a captura do texto oculto. Dos 32 reprovados, apenas dois contestaram a nota. Uma aluna teve a reprovação revertida por usar o modo escuro, que tornava o texto visível. Internautas questionaram possíveis prejuízos a estudantes com deficiência, hipótese descartada pelo docente. Gibson afirmou que seu objetivo não era reprovar alunos, mas preservar a integridade acadêmica. Ele defendeu que o uso da IA na educação ainda exige debate e pesquisas. Segundo o professor, docentes e estudantes ainda buscam as melhores formas de lidar com a tecnologia. O caso repercutiu nas redes sociais e reacendeu a discussão sobre IA no ensino superior.
TEMOR DE AUMENTO NAS CONTAS DE LUZ NOS EUA
O presidente Donald Trump anunciou um compromisso voluntário assinado por mais de 200 empresas, concessionárias de energia e políticos para impedir que os custos da expansão dos data centers de inteligência artificial sejam repassados às contas de luz dos consumidores americanos. A iniciativa, considerada simbólica por especialistas, prevê que empresas de tecnologia arquem com parte dos investimentos em infraestrutura elétrica. Entre os signatários estão Amazon, Google, Microsoft, NextEra Energy, Duke Energy, Southern Company, Equinix e Digital Realty, além de 23 governadores republicanos. Democratas não aderiram ao acordo e alguns estados adotam medidas próprias para conter o impacto dos data centers. Trump afirmou que a IA é estratégica na disputa tecnológica com a China e defendeu incentivos à construção dessas instalações. Apesar disso, cresce a resistência de comunidades preocupadas com consumo de energia, água, poluição e ruídos. Nova York decretou moratória de um ano para novos grandes data centers, e outros estados estudam medidas semelhantes. Embora Trump prometa proteger os consumidores, especialistas alertam que a expansão dos data centers pode elevar os custos de energia caso os investimentos não sejam integralmente pagos pelas empresas responsáveis.
Salvador, 28 de julho de 2026.
Os principais mercados emissores continuam sendo China e Coreia do Sul, mas cresce o número de turistas da Índia, Filipinas, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. O governo também investe pesadamente em infraestrutura, incluindo um novo aeroporto em Phu Quoc para a Cúpula da Apec de 2027. Redes internacionais como Hilton e IHG ampliam sua presença no país em parceria com grupos locais. Especialistas, porém, alertam que o desafio será manter o crescimento de forma sustentável, evitando problemas enfrentados por destinos como Tailândia e Bali, marcados pelo excesso de turismo e pela ociosidade da infraestrutura após períodos de queda na demanda.
Em 2017, ela apresentou provas ao Ministério Público de São Paulo. Dois homens foram condenados por violência sexual contra ela e suas irmãs, enquanto a mãe foi ouvida apenas como testemunha. A defesa recorreu da decisão judicial, argumentando que o Direito deve admitir a exclusão do vínculo registral em casos extremos. Especialistas divergem sobre o tema: alguns defendem a flexibilização dos registros, enquanto outros alertam para impactos na segurança jurídica. Em 2025, Heloísa denunciou novamente a mãe por violência doméstica, perseguição e participação nos abusos. A Justiça concedeu medida protetiva, e o caso é investigado pela Polícia Civil. A mãe nega todas as acusações. Atualmente, Heloísa trabalha em um banco, vive com a companheira e afirma que retirar definitivamente o nome da mãe dos documentos representa um passo essencial para sua reconstrução pessoal.