DAMARES DENUNCIA IGREJAS
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) divulgou, hoje, 14, lista de igrejas e líderes evangélicos que tiveram pedidos de convocação, convite ou quebra de sigilo apresentados na CPMI do INSS. No domingo, 11, no SBT News, a parlamentar assegurou que a comissão possui documentos, indicando a participação de "grandes igrejas" e "grandes pastores" no desvio de recursos obtidos através de descontos ilegais em benefício de aposentados. Damares informa que os indícios sustentam-se em documentos oficiais, a exemplo de Relatórios de Inteligência Financeira e dados da Receita Federal. A senador apontou algumas igrejas, como Assembleia de Deus, Adoração Church e outras.
TRUMP CEDE A PRESSÃO DE PUTINCORINA COM TRUMP
Até então fora dos planos de Washington para a Venezuela pós-Maduro, a líder opositora María Corina Machado se reuniu pela primeira vez, hoje15, com o presidente dos EUA, Donald Trump. O encontro ocorreu após a operação militar americana que resultou na captura de Nicolás Maduro. Laureada com o Nobel da Paz de 2025, María Corina foi reconhecida por atuar em favor de uma transição democrática e já afirmou que poderia assumir o poder no país. Apesar disso, o governo Trump tem priorizado o diálogo com Delcy Rodríguez, ex-vice de Maduro e representante do chavismo. Trump confirmou ter conversado por telefone com Delcy, sinalizando reaproximação após anos de sanções e ruptura diplomática. Segundo ele, a conversa foi longa e produtiva, e a descreveu como “formidável”. Do lado venezuelano, Delcy afirmou que o diálogo foi respeitoso e tratou de uma agenda bilateral. O contato ocorre em meio à retomada de relações diplomáticas, acordos energéticos e libertação de presos políticos, enquanto o cenário venezuelano segue sob atenção internacional.
Salvador, 15 de janeiro de 2026.

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d975fad146a14bbfad9e763717b09688/internal_photos/bs/2024/k/8/QS0XFzR7munP2PctQNEQ/pol344983.jpg)
FBI REVISTA CASA DE REPORTER
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou na Truth Social uma mensagem incentivando protestos no Irã e defendendo, de forma inédita, a queda do regime teocrático dos aiatolás. No texto, pediu que manifestantes tomem instituições, guardem nomes de responsáveis pela repressão e afirmou ter cancelado reuniões com autoridades iranianas, encerrando com o slogan “MIGA” (“Tornem o Irã grande novamente”). A reação em Teerã foi imediata. O chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, acusou Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de serem “assassinos do povo iraniano” e afirmou que Washington busca um pretexto para intervenção militar. Trump também anunciou tarifas de 25% contra países que mantêm negócios com o Irã e aconselhou cidadãos de nações aliadas a deixarem o país. Parlamentares republicanos apoiaram o discurso e defenderam tornar a mudança de regime “inevitável”.
Seis procuradores federais de Minnesota renunciaram em protesto após pressão do Departamento de Justiça dos EUA para investigar a viúva de uma mulher morta por um agente do ICE e pela relutância em apurar a conduta do atirador.