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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

CEIA ATUA NO AGRONEGÓCIO, SAÚDE, EDUCAÇÃO, ENERGIA E INDÚSTRIA


O Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), da UFG, receberá R$ 78 milhões até 2031. 
Desse total, R$ 40 milhões serão usados na construção de um AI Data Center. Também será criado um laboratório para desenvolvimento de veículos autônomos. Criado em 2019, o Ceia já captou mais de R$ 500 milhões em projetos e parcerias. A instituição reúne mais de mil pesquisadores e já executou mais de 300 projetos. Suas soluções foram contratadas por 94 empresas e alcançaram mais de 152 milhões de brasileiros. A expansão ocorre diante do crescimento dos investimentos em infraestrutura de IA no Brasil. Para a diretora-executiva Telma Woerle de Lima Soares, o país deve aproveitar esse movimento. Ela defende que o Brasil desenvolva tecnologia própria, evitando tornar-se apenas fornecedor de commodities. Segundo a pesquisadora, data centers precisam vir acompanhados de formação profissional. Também devem promover transferência de tecnologia e produção de soluções nacionais. Para ela, a verdadeira manufatura dos data centers é a própria tecnologia desenvolvida. O Ceia atua em áreas como agronegócio, saúde, educação, energia e indústria.
Também desenvolve projetos de mobilidade e serviços digitais. Uma plataforma de licitações automatiza a identificação e o acompanhamento de editais públicos.

Em 2024, o sistema processou cerca de 1,3 bilhão de editais. A tecnologia reduziu em 60% o tempo operacional e em 27% a necessidade de equipes. Na mobilidade, o centro desenvolve tecnologias para veículos autônomos adaptados ao Brasil. Na saúde, utiliza IA para identificar anomalias em exames de vídeo. A ferramenta também auxilia na detecção precoce de doenças colorretais. Outra tecnologia estima custos de reparos de veículos a partir de imagens. A iniciativa recebeu o Prêmio Embrapii de tecnologia mais inovadora da indústria brasileira. Em vez de criar grandes modelos próprios, o Ceia prioriza modelos de código aberto. Entre eles estão LLaMA, DeepSeek e Mistral, escolhidos conforme cada aplicação. Segundo Telma, treinar um modelo próprio de grande escala exigiria investimentos bilionários. A infraestrutura necessária ainda não seria viável no curto prazo. A procura por projetos de IA aumentou com o avanço da inteligência artificial generativa. Empresas, porém, enfrentam dificuldades para organizar e preparar seus próprios dados. O Ceia mantém infraestrutura de armazenamento e adota medidas de segurança e conformidade com a LGPD. Para Telma, soluções adaptadas à realidade brasileira também podem ampliar a atuação tecnológica do país no exterior. 

TRUMP CONDUZ A GUERRA DO IRÃ COM BRAVATAS E IMPROVISAÇÕES


Trump publicou uma imagem com a frase “Missão cumprida”, comparando sua guerra no Irã à intervenção de George W. Bush no Iraque. 
Mas, seis meses após o início do conflito, a guerra está longe de terminar e se transformou em um atoleiro. O conflito não tem objetivos claros, estratégia evidente nem previsão de encerramento. Trump chegou ao poder criticando as “guerras eternas” de Bush, mas acabou criando sua própria versão delas. O presidente está preso entre a continuidade dos combates e a busca por uma paz que ainda não conseguiu alcançar. Ele evita retomar bombardeios em grande escala, mas também não obteve um acordo satisfatório com Teerã. Sem uma vitória concreta, enfrenta custos políticos e econômicos dentro dos Estados Unidos. A guerra também se prolonga muito além das quatro a seis semanas inicialmente previstas por Trump. Enquanto isso, os dois lados testam a resistência um do outro, sem avanço decisivo. Trump afirma não ter pressa e rejeita, por enquanto, novas negociações com o Irã. Segundo ele, o estreito de Hormuz estaria aberto e permitindo a saída de grandes volumes de petróleo. Na prática, porém, a passagem continua instável, com tráfego muito inferior ao registrado antes da guerra. A situação mantém os mercados internacionais de petróleo sob tensão. O conflito matou o líder supremo iraniano, mas ele foi substituído pelo filho e o regime permanece no poder.

O programa nuclear iraniano foi danificado, mas Teerã não aceita abandoná-lo. O ex-diplomata Richard Haass classificou a guerra como um “fiasco” e questionou seus resultados. Para ele, não há evidências de que os Estados Unidos estejam em situação melhor após o conflito. Apoiadores de Trump, porém, pedem paciência e dizem que o Irã foi profundamente enfraquecido. Mark Dubowitz afirma que a República Islâmica nunca esteve tão fraca em seus 47 anos de existência. Ele acredita que a pressão militar e econômica poderá obrigar Teerã a negociar. Outros analistas criticam Trump por conduzir o conflito de forma improvisada e baseada em bravatas. Steven Cook avalia que os EUA poderiam vencer apesar dos erros do presidente, graças à sua superioridade militar. Já Victor Davis Hanson defende uma estratégia de pressão contínua até que o Irã ceda. A maioria dos objetivos anunciados por Trump no início da guerra ainda não foi alcançada. O Irã continua capaz de atacar bases e aliados americanos na região. A prometida libertação do povo iraniano também não aconteceu. A influência iraniana sobre grupos aliados diminuiu, mas não foi eliminada. Seu programa nuclear sofreu danos, mas pode ser reconstruído, segundo analistas. Para Haass, paradoxalmente, as guerras do Iraque e do Irã acabaram fortalecendo estrategicamente Teerã. Apesar das declarações de Trump de que já venceu, a guerra continua sem solução e sua “missão cumprida” permanece contestada. 

GOVERNO ARGENTINO RESISTE EM AJUDAR ENDIVIDADOS


Eliana Yaynes e Iván Venencio se conheceram em uma rádio argentina ao falar sobre dívidas. 
Mais de 20 milhões de argentinos estão endividados e cerca de 6 milhões estão inadimplentes. O país tem pouco mais de 46 milhões de habitantes, segundo dados oficiais e consultorias. Em 20 de agosto, ocorreu em Buenos Aires a primeira marcha de cidadãos endividados. Os manifestantes pediram mecanismos para refinanciar dívidas e criticaram a falta de intervenção. O governo de Javier Milei considera o problema uma questão entre entes privados. Milei atribuiu parte do endividamento ao consumo de televisores durante a Copa do Mundo. Para ele, ninguém obrigou os argentinos a contrair empréstimos. Yaynes, que apoiou Milei, considera essa explicação triste e degradante. Ela e o marido atualmente pagam quatro empréstimos e acumulam uma dívida milionária. Venencio conta que problemas familiares, perda de renda e despesas inesperadas agravaram a situação. A morte do sogro e a perda de uma gravidez da esposa aumentaram as dificuldades. Depois, o carro usado por Venencio para trabalhar como motorista de aplicativo pegou fogo. O seguro cobriu apenas metade do prejuízo, obrigando-o a contrair novas dívidas. Sua renda como motorista também caiu com o aumento do número de trabalhadores no setor. Em novembro, Venencio entrou em depressão e, posteriormente, o casal ficou sem trabalho. Hoje, ele dirige entre dez e 12 horas por dia para sustentar a família. Mesmo assim, os juros fizeram com que as dívidas se tornassem praticamente impagáveis.

O economista Hernán Letcher afirma que os seis milhões em atraso são o dado mais preocupante. Cerca de 3,5 milhões dessas pessoas possuem dívidas consideradas tecnicamente irrecuperáveis. Segundo ele, aproximadamente 90% dos atrasos de cartões envolvem compras de supermercado. A queda da renda familiar teria sido compensada pelo uso crescente do crédito. Enquanto salários subiram cerca de 300%, transportes e serviços tiveram aumentos muito maiores. Eliana Yaynes também enfrentou dificuldades após perder o emprego e reduzir a renda familiar. O casal passou a usar cartões e carteiras digitais para financiar despesas básicas. O parcelamento, porém, transformou pequenas prestações em uma grande bola de neve. Em janeiro, Yaynes foi diagnosticada com câncer de mama e estava sem plano de saúde privado. Movimentos de endividados defendem uma emergência nacional de crédito e controle dos juros. As fintechs facilitaram o acesso rápido ao crédito, especialmente para trabalhadores informais. Quando o crédito bancário acaba, muitos recorrem a carteiras digitais, familiares ou agiotas. Especialistas alertam que as cobranças de agiotas podem envolver violência e ameaças. As taxas de juros também são apontadas como um dos principais obstáculos para quitar as dívidas. O governo, porém, mantém a posição de que o endividamento é uma questão entre entes privados. 

LÍDERES IRANIANOS RECONHECEM IMPACTO ECONÔMICO COM A GUERRA


Os líderes iranianos reconhecem o forte impacto econômico da guerra com os Estados Unidos.
O líder supremo do Irã pediu ao governo medidas para enfrentar as dificuldades econômicas. O presidente Masoud Pezeshkian afirmou que o comércio exterior caiu cerca de um terço. Segundo ele, a redução ocorreu devido às sanções e ao bloqueio norte-americanos. Apesar das perdas, Teerã não sinalizou recuo no sábado (29). O governo prometeu resistir à pressão dos EUA e buscar uma solução diplomática. Também pretende manter o que afirma ser o controle sobre o Estreito de Hormuz. A passagem estratégica dá ao Irã influência sobre os mercados globais de energia. O governo iraniano classificou as dificuldades econômicas como prioridade central. Entre as medidas estão o combate à inflação e a administração dos mercados. Também estão previstas ações para gerar empregos e estimular a produção nacional. Teerã pretende ainda reduzir gradualmente a dependência do dólar. Seis meses após o início da guerra por EUA e Israel, as negociações seguem paralisadas.
O governo de Donald Trump intensificou a pressão financeira contra o Irã. Washington chegou a ameaçar novos países com sanções secundárias. A medida poderia afetar parceiros comerciais iranianos e a economia global. China e Índia estão entre os principais parceiros comerciais do Irã. As sanções ampliaram os efeitos da guerra sobre a economia iraniana.

A inflação anual do país chegou a 66% no mês passado. O líder supremo Mojtaba Khamenei pediu atenção aos problemas econômicos e sociais. Ele citou inflação, desemprego, preços e dificuldades no mercado de bens e serviços. Khamenei não é visto em público desde que ficou ferido no ataque de 28 de fevereiro. O ataque matou seu pai, o ex-líder supremo Ali Khamenei. Pezeshkian afirmou que exportações e importações caíram quase 35%. A queda teria sido provocada pelas sanções e pelo bloqueio dos portos iranianos. Apesar disso, o Irã conseguiu vender cerca de 90 milhões de barris de petróleo. As vendas ocorreram durante um breve acordo firmado com os EUA em junho. Naquele período, Washington permitiu temporariamente as exportações de petróleo iraniano. Pezeshkian defendeu depois a retomada do memorando provisório. O acordo, assinado em 17 de junho, fracassou rapidamente por divergências. O principal impasse envolveu as condições relacionadas ao Estreito de Hormuz. Para o presidente iraniano, a retomada do acordo poderia aliviar as sanções e recuperar benefícios. 

BUDISMO BUSCA SERENIDADE, AUTOCONHECIMENTO PARA ENCARAR A VIDA


O caos do presente, as marcas do passado e a ansiedade pelo futuro são desafios contemporâneos. Nesse cenário, o budismo atrai pessoas em busca de serenidade, autoconhecimento e uma forma mais realista de encarar a vida. No Templo Shin Budista Terra Pura de Brasília, o monge Keizo Doi acompanha o crescente interesse pela filosofia budista. Para ele, muitos procuram novas formas de espiritualidade e uma visão diferente daquelas oferecidas pelas religiões tradicionais. Segundo Doi, o sofrimento humano, chamado de dukkha, nasce do conflito entre nossas expectativas e a natureza impermanente da vida. A busca constante pela satisfação de desejos, explica, não produz felicidade duradoura. O budismo propõe compreender as causas do sofrimento e romper o ciclo de ilusões, conhecido como samsara. A libertação desse ciclo, chamada moksha, é apresentada como um dos objetivos da prática espiritual. Entre os praticantes, José Aguilera encontrou no budismo uma forma de compreender melhor os limites humanos, a impermanência e o desapego. Para ele, a prática não elimina as dificuldades, mas ajuda a enfrentá-las com maior consciência. O policial Lucas de Alencar Oliveira aproximou-se do budismo durante uma fase de mudanças pessoais e profissionais. A recitação do nome do Buda Amida tornou-se um lembrete para controlar sentimentos como raiva, ignorância e apego. A atenção ao presente também ganhou importância. Lucas procura evitar preocupações com situações futuras que talvez nunca aconteçam. O crescimento do budismo no Brasil ultrapassa o campo religioso e alcança áreas como a psicologia. 

O especialista Rafael Alberto Moore destaca que desapego, aceitação e meditação são utilizados em terapias para estimular maior presença e regulação emocional. A aposentada Graça Monteiro, frequentadora do templo desde 2013, afirma que aprendeu a lidar melhor com aquilo que não pode controlar. Para ela, viver o “aqui e agora” significa concentrar-se plenamente na atividade realizada. Ela também critica a transformação de conceitos budistas em produtos do mercado de bem-estar, fenômeno que chama de “wellness washing”. A professora Aline Thomé considera natural a expansão do mindfulness e do chamado budismo secular em sociedades urbanas e aceleradas. Brasília, por seu caráter cosmopolita, tornou-se terreno favorável à presença dessa filosofia. O budismo possui diferentes vertentes, como Theravada, Mahayana e Vajrayana, espalhadas por diferentes regiões da Ásia. Para a psicóloga Jessica Jorge Carvalho, a ideia de impermanência foi importante para enfrentar momentos difíceis. Após o diagnóstico de câncer de mama, ela encontrou na filosofia uma forma de compreender que o sofrimento não é permanente. Em remissão, Jessica também destaca a interdependência entre as pessoas e a necessidade de combater injustiças e intolerâncias. Para Keizo Doi, budismo é religião e filosofia. Mais importante que essa classificação, porém, são os ensinamentos aplicados à vida cotidiana. A tradição Shin Budista da Terra Pura valoriza a simplicidade e a recitação do nome do Buda. O objetivo é atravessar as dificuldades humanas e alcançar o nirvana, estado associado à tranquilidade. Ao lidar com os percalços da vida, a filosofia budista convida cada pessoa a observar suas próprias ações e responsabilidades. Assim, o budismo apresenta o sofrimento como parte da existência, mas também aponta caminhos para a felicidade. Durante agosto, o templo realizou sua tradicional quermesse, reunindo fiéis e visitantes em atividades culturais, comidas típicas e momentos de convivência. O evento termina neste domingo, das 16h às 22h, no Templo Shin Budista da Terra Pura, na 315/316 Sul. 

MINISTRO RESTRINGE EFEITOS DE COBRANÇAS DO SINDICATO DOS MAGISTRADOS


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restringiu os efeitos de cobranças aprovadas pelo Sindicato dos Magistrados do Brasil (SINDMAGIS). 
A decisão foi assinada ontem, 29/, antes de assembleia da entidade. Gilmar determinou que contribuições assistenciais ou equivalentes só atinjam magistrados que tenham aderido expressamente ao sindicato. Com isso, juízes não sindicalizados ficam protegidos de eventuais cobranças. Na decisão, o ministro também levantou dúvidas sobre a própria organização sindical de magistrados. Segundo Gilmar, existem “sérias dúvidas” sobre a compatibilidade do regime constitucional da magistratura com sindicatos. A questão deverá ser analisada pelo STF no julgamento do mérito da ação. O processo foi apresentado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e outras entidades. As associações questionam o registro sindical concedido pelo Ministério do Trabalho em janeiro deste ano. Elas argumentam que magistrados são agentes políticos e membros de um Poder. Por isso, estariam submetidos a um regime constitucional próprio. A decisão ocorre antes da Assembleia Geral Extraordinária do SINDMAGIS, marcada para 5 de setembro. Entre os temas previstos está a criação de uma contribuição assistencial. A cobrança poderia alcançar filiados e não filiados. Para Gilmar, a proximidade da assembleia representa risco de efeitos nacionais antes da decisão definitiva do STF.

O sindicato citou o Tema 935 do STF como fundamento para a cobrança. Esse entendimento admite contribuição assistencial de trabalhadores não sindicalizados, com direito de oposição.
Gilmar, porém, afirmou que o precedente trata de relações coletivas de trabalho. Ele destacou que esse modelo pode não ser compatível com o regime jurídico da magistratura. Por isso, apontou dúvidas sobre a validade da contribuição no caso dos juízes. A liminar não suspende o funcionamento do SINDMAGIS. Também não impede magistrados de aderirem voluntariamente à entidade. Gilmar afirmou que a decisão não define a regularidade do registro sindical. Tampouco determina, de forma definitiva, se magistrados podem se organizar sindicalmente. Os réus deverão apresentar contestação no prazo de 30 dias. A decisão ainda será submetida a referendo do Supremo Tribunal Federal. 

LÍDER DO IRÃ PEDE UNIÃO DOS MUÇULMANOS E COMBATE CONTRA EUA E ISRAEL


O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, convocou as nações muçulmanas a se unirem contra os Estados Unidos e Israel. 
A mensagem foi divulgada ontem, 30, quando a guerra no Oriente Médio completa seis meses. Mojtaba sucedeu seu pai, Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro, no início da ofensiva americano-israelense contra o Irã. Desde então, o novo líder não foi visto em público, e as autoridades não divulgaram vídeos ou gravações dele. Segundo seu site oficial, Khamenei afirmou que a solução para os problemas da comunidade muçulmana está na união e cooperação. Ele pediu aos líderes regionais que reconheçam os “verdadeiros inimigos” e combatam seus planos. O aiatolá apontou Estados Unidos e Israel como inimigos de todos, e não apenas do Irã. Também condenou atitudes que possam provocar divisões entre os muçulmanos. Para ele, qualquer ação que cause conflitos internos favorece os objetivos dos inimigos do Islã. Durante a guerra, o Irã atacou aliados dos Estados Unidos na região. Entre os alvos estiveram Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Kuwait, Catar e Bahrein. As relações entre Teerã e essas capitais se deterioraram desde o início do conflito. Khamenei também pediu união entre as autoridades e a população iranianas.
Ele afirmou que diferenças internas não devem comprometer a luta contra os Estados Unidos e Israel. O líder destacou que não se deve permitir, “sob nenhuma circunstância”, o surgimento de divisões entre os iranianos.

Na sexta-feira (28), já havia defendido a preservação da coesão social. Khamenei também propôs mudanças para recuperar a economia do país. Entre elas está a desdolarização gradual da economia iraniana. O líder defendeu ainda o aumento da produção para estimular a atividade econômica. O Irã enfrenta dificuldades após meses de bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos. O país também sofre os efeitos de décadas de sanções internacionais. Washington anunciou na segunda-feira um novo endurecimento das sanções contra Teerã. A mensagem de Khamenei reforça o discurso de resistência diante da pressão externa. O líder busca também reduzir divergências internas em meio ao prolongamento da guerra. A convocação ocorre em um cenário de forte tensão política e militar no Oriente Médio. A união dos países muçulmanos aparece como uma das principais estratégias defendidas por Teerã. Khamenei tenta fortalecer o apoio regional ao Irã diante de seus adversários. O conflito continua provocando impactos políticos, militares e econômicos em toda a região. 

MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 31/08/2026

CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF

Tarifaço: Brasil e EUA voltam hoje à mesa de negociação

A reunião ocorrerá virtualmente, às 14h30, e será a primeira entre Jamieson Greer e o lado brasileiro desde que as novas sobretaxas entraram efetivamente em vigor

O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ

Nas mãos dos robôs teleguiados: cirurgias robóticas ganham escala em hospitais privados e da rede SUS

Máquinas são usadas em operações de todo o tipo, de cardíacas e oncológicas a transplantes. Nova geração de equipamentos calcula pressão que é feita nos tecidos

FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP

Mundo precisa pensar no dia seguinte a Donald Trump, diz ex-conselheiro da ONU

Para Marc Weller, choque provocado pelo retorno do presidente dos EUA à Casa Branca começa a perder força ONU mais fraca, guerras no Oriente Médio e ascensão da China exigem que Brasil se prepare para novo cenário

TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA

Redução da jornada de trabalho: o que o Brasil pode aprender com outros países

Casos na Europa e América Latina revelam os impactos de jornadas mais curtas na produtividade e no bem-estar dos trabalhadores

CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS

Tornado atinge o Oeste de Santa Catarina, informa MetSul

Fenômeno foi registrado entre o final da tarde e o começo da noite do domingo durante tempestades na região

DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT 

Prejuízo da TAP cresce para quase 100 milhões de euros à boleia do preço dos combustíveis

Apesar do resultado negativo, a empresa conseguiu aumentar as suas receitas e estabeleceu um novo recorde no número de passageiros transportados nos primeiros seis meses do ano.

domingo, 30 de agosto de 2026

RADAR JUDICIAL


ADVOGADO É SUSPEITO DE INTERRMEDIAR COBRANÇA DE PROPINA

O advogado Sidiclei Almeida, suspeito de intermediar um esquema de cobrança de propina, enviou uma foto de uma caixa com dinheiro, chamada por ele de “caixinha da alegria”. Segundo o MP-SP, ele negociava diretamente com policiais civis para evitar a apreensão de cargas irregulares. Sidiclei também teria orientado um cliente a subdeclarar o valor da carga aos agentes. Parte da propina teria sido paga via Pix e outra parcela em dinheiro vivo. Ele foi preso na Operação Merx, realizada pela Corregedoria da Polícia Civil e pelo Ministério Público. Quatro policiais civis também foram presos por suspeita de cobrar propina para liberar cargas ilegais. São eles Bruno dos Santos, José Adriano Pereira da Silva Nishi, Marcos Vinícius de Souza Melo e Vagner Ramalho. Segundo as investigações, os agentes monitoravam caminhões usando informações da própria polícia. O grupo cobraria até 70% do valor das cargas para evitar apreensões, com valores de até R$ 2,3 milhões. Os crimes teriam ocorrido pelo menos quatro vezes desde 2024 e envolviam eletrônicos sem impostos ou notas fiscais. Em um caso, apenas 250 celulares foram registrados como apreendidos, embora a carga tivesse 4.000 aparelhos. Também foram presos Jonathan Renan Vieira e Thiago Marcel Magnabosco, suspeitos de transportar cargas e pagar propina aos policiais.


ISRAEL QUER ACABAR COM GAZA

Nikolay Mladenov, chefe do Conselho de Paz criado por Donald Trump, alertou que Gaza pode desaparecer se continuar na situação atual. Segundo ele, metade do território está sob controle israelense e a outra metade concentra milhares de pessoas em espaço reduzido. Mladenov pediu que a comunidade internacional mantenha o foco na crise e alertou para o risco de retomada da guerra. Para ele, não há alternativa melhor ao atual plano de paz, e uma nova guerra teria consequências devastadoras. O Conselho de Paz definiu mecanismos para mobilizar uma Força Internacional de Estabilização (ISF) em Gaza. O plano prevê ainda um comitê nacional palestino para administrar os serviços civis e coordenar a reconstrução. A estrutura seria tecnocrática, independente do Hamas e de outras facções políticas. A proposta, porém, condiciona a retirada das tropas israelenses ao desarmamento completo do Hamas. O grupo palestino rejeita a exigência enquanto Israel não fizer concessões. O alerta ocorreu após novos ataques israelenses que deixaram oito mortos em Gaza e na Cisjordânia. Entre as vítimas estão membros de uma mesma família e civis mortos em ataques na Cidade de Gaza. Na Cisjordânia, drones israelenses mataram três militantes palestinos nos arredores de Jenin.


CHUVA DE GRANIZO DANIFICA 700 CASAS 

Ao menos 700 casas foram danificadas após uma chuva de granizo atingir o norte de Florianópolis na noite de sábado (29). As áreas mais afetadas são Canasvieiras, Ponta das Canas, Cachoeira do Bom Jesus e Vargem. O prefeito Topázio Neto (PSD) avalia decretar situação de emergência no dia de hoje, 30. A prefeitura cadastra os imóveis atingidos e distribui lonas para telhados danificados. Moradores registraram granizos do tamanho de ovos, além de carros com vidros quebrados. A Defesa Civil havia emitido alerta laranja para temporais e risco de destelhamentos e alagamentos. Biguaçu também sofreu prejuízos, com danos em imóveis e veículos. Equipes da prefeitura, Polícia Militar e Bombeiros fazem o levantamento dos estragos. Moradores desalojados estão sendo encaminhados para um abrigo provisório. Em Palhoça, uma turista de 39 anos morreu após ser atingida por um raio na Praia do Sonho. A Defesa Civil afirma que Santa Catarina teve chuvas acima da média e mais tempestades severas neste inverno. A previsão indica chuva acima do normal nos próximos três meses, com risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos.


AGRRONEGÓCIO IMPULSIONA A PRODUTIVIDADE 

A produtividade brasileira mudou de endereço e avança principalmente no interior do país, impulsionada pelo agronegócio. O setor movimenta transporte, comércio, construção, tecnologia, crédito, serviços e cadeias industriais. Quase 70% da produção agrícola abastece a indústria de alimentos, uma das maiores do mundo. No primeiro semestre, as exportações de alimentos somaram US$ 33 bilhões, alta de 8,5% na receita. Enquanto isso, a indústria de transformação perdeu participação no PIB, de 15,7% para 9,8% desde 1995. Entre 2002 e 2019, a produtividade brasileira cresceu 18,7%, mas a agropecuária avançou 80,1%. Piauí, Maranhão e Tocantins lideraram os ganhos, enquanto São Paulo e Rio tiveram avanços modestos. Mato Grosso tornou-se símbolo da transformação, com crescimento de produtividade muito acima da média nacional. O Matopiba, formado por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, é apontado como nova fronteira de crescimento. A expansão do agro também reduz desigualdades ao gerar empregos, renda e investimentos em municípios do interior. Pesquisa, tecnologia tropical e investimentos da Embrapa ajudaram a tornar o campo brasileiro altamente competitivo. O desafio agora é agregar mais valor aos produtos, conquistar mercados e ampliar a participação brasileira no comércio global.


PLATAFORMA QUE TRANSFORMA IDEIAS COMPLEXAS EM SLOGANS

O X, de Elon Musk, tornou-se alvo de críticas por promover conteúdos e discursos associados à extrema direita. Musk usa a plataforma para impulsionar suas posições políticas e restringir conteúdos de que discorda. Estudo com quase 5.000 usuários mostrou que o algoritmo do X ampliava conteúdos de direita e influenciava posições políticas. Após Musk integrar o algoritmo ao Grok, aumentaram as críticas sobre a falta de neutralidade da plataforma. Porém, o problema do X não começou com Musk, pois o antigo Twitter já favorecia conteúdos controversos e simplificados. A plataforma transforma ideias complexas em slogans e recompensa conflitos, polêmicas e aplausos de grupos políticos. Assim, tanto discursos de direita quanto de esquerda podem ganhar destaque quando provocam forte engajamento. O ambiente também influencia a percepção que as pessoas têm sobre o que é aceitável pensar e dizer. Para o cientista político Henry Farrell, as redes alteram principalmente nossas crenças sobre o que os outros pensam. Algoritmos baseados em engajamento e lucro podem criar uma visão distorcida da sociedade e estimular posições extremadas. A esquerda já sofreu consequências por moldar sua política no Twitter, e a direita pode enfrentar problema semelhante no X. O autor conclui que redes sociais que estimulam a radicalização prejudicam a prudência política e dificultam sociedades mais equilibradas.


TELESCÓPIO INVESTIGARÁ MISTÉRIOS DO MUNDO
 

A Nasa lançou neste domingo (30) o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, em um foguete Falcon 9, da SpaceX. O lançamento ocorreu no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos. O telescópio seguirá para o ponto de Lagrange 2, a 1,6 milhão de quilômetros da Terra. O Roman investigará mistérios como a matéria escura e a energia escura. Também testará a gravidade em grandes escalas e buscará planetas fora do Sistema Solar. Com visão panorâmica e alta velocidade, ele mapeará grandes regiões do Universo. O principal levantamento deverá durar mais de um ano e analisar mais de 2 bilhões de galáxias. Os dados ajudarão a estudar a formação e evolução de galáxias e a expansão do Universo. Cientistas querem descobrir se a energia escura é constante ou muda com o tempo. O Roman também testará a teoria da relatividade geral de Einstein por meio de lentes gravitacionais. A missão buscará milhares de exoplanetas e deverá durar cinco anos, podendo ser estendida por mais cinco. O telescópio homenageia Nancy Grace Roman, primeira astrônoma-chefe da Nasa, morta em 2018.

Salvador, 30 de agosto de 2026.

Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados.

TRUMP ENGANA O POVO COM ACORDO COM A VENEZUELA


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira (28) o que chamou de “maior acordo petrolífero da história”. 
Segundo ele, o entendimento daria aos EUA controle majoritário sobre mais de 65 bilhões de barris de petróleo venezuelano. Trump afirmou que o acordo será feito por meio de uma parceria com a iniciativa privada, sem custos para os contribuintes americanos. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu ao governo americano e destacou os possíveis benefícios econômicos. Trump disse ainda que o acordo mais que dobraria as reservas de petróleo dos Estados Unidos. A afirmação, porém, é considerada enganosa, já que os EUA não serão donos das reservas venezuelanas. A expectativa é que uma nova empresa opere 17 campos de petróleo no Orinoco e no Lago de Maracaibo. Os contratos poderão ter duração de até 50 anos, renováveis por outros 50. A empresa poderá explorar alguns campos e contratar outras companhias para operar os demais. O Estado venezuelano receberá royalties e impostos sobre a produção. O governo americano deverá atuar como garantidor dos contratos, reduzindo riscos para empresas dos EUA. Petrolíferas americanas têm histórico de prejuízos na Venezuela após mudanças contratuais no governo Hugo Chávez. Fontes citadas pela The Economist apontam a North American Blue Energy Partners (NABEP) como parceira privada. A empresa é controlada por Alejandro Betancourt, empresário venezuelano radicado em Londres. Betancourt já foi investigado internacionalmente por suspeitas de lavagem de dinheiro, mas nega irregularidades.

O acordo enfrenta, contudo, um problema de legitimidade política e jurídica. Delcy Rodríguez é herdeira política de Nicolás Maduro, cuja eleição de 2024 foi contestada. Maduro foi capturado por forças americanas em janeiro e levado aos Estados Unidos. O opositor Edmundo González é apontado como vencedor da eleição presidencial venezuelana. Especialistas questionam a validade dos contratos firmados pelo atual governo. Ricardo Hausmann, ex-ministro venezuelano e professor de Harvard, classificou o acordo como inconstitucional. Um futuro governo democrático poderia contestar os contratos assinados por Rodríguez. Há temor de que o acordo crie interesses comuns entre Washington e o atual regime venezuelano. Analistas avaliam que a oposição poderá perder espaço político com o avanço do projeto. María Corina Machado, líder da oposição, ainda não havia comentado o acordo. Trump já havia desaconselhado Machado a retornar à Venezuela. Apesar das críticas, defensores dizem que o país precisa de investimentos, tecnologia, empregos e infraestrutura. A Venezuela possui cerca de 17% das reservas mundiais de petróleo, mas responde por apenas 1% da produção global. O acordo pretende explorar essa enorme riqueza, mas poderá enfrentar fortes obstáculos políticos e jurídicos. 

ENGENHEIROS CHINESES ESPERAM CRIAR MÁQUINAS QUE PENSAM


“Tiro um cochilo e o mundo muda”, diz Chen Tianyu, professor de IA e robótica. Aos 28 anos, ele acompanha novas tecnologias em fábricas automatizadas. Em suas aulas, estudantes aprendem programação, robótica e desenvolvimento de máquinas. Chen alerta que profissionais sem adaptação tecnológica poderão ser descartados. A China prepara uma grande transformação industrial para competir com os Estados Unidos. O governo de Xi Jinping investe bilhões de dólares em inovação e automação. Mais de 2 milhões de robôs já operam nas fábricas chinesas, número que cresce rapidamente. Mais da metade dos robôs industriais do mundo é fabricada na China. A automação avança em veículos elétricos, eletrônicos e outros setores. Fábricas utilizam máquinas para soldar, pintar, transportar cargas e montar peças. Alguns robôs são projetados para ajudar a construir outros robôs. A China também promove competições com robôs humanoides para estimular a inovação. Em Chengdu, trabalhadores humanos dividem espaço com máquinas nas linhas de produção. A CRP Technology fabrica braços robóticos há nove anos e emprega 300 pessoas. Seus equipamentos podem executar mais de 90% das tarefas repetitivas. Engenheiros esperam criar máquinas capazes de pensar e agir autonomamente. A queda da população e o envelhecimento da força de trabalho aceleram a transformação. Até 2035, mais de um terço dos chineses deverá ter mais de 60 anos. O país poderá perder quase 60 milhões de habitantes na próxima década. Pequim espera que os robôs compensem a futura redução da mão de obra. Cerca de 120 milhões de pessoas ainda trabalham no setor manufatureiro chinês. Uma automação muito rápida, porém, pode provocar grandes perdas de empregos.

Na Leapmotor, robôs participam de praticamente todas as etapas da fabricação. A empresa já alcançou quase 100% de automação em algumas áreas da produção. A China possui vantagem por concentrar uma enorme cadeia industrial e fornecedores. Especialistas dizem que os EUA ainda lideram na criação da “inteligência” dos robôs. Empresas chinesas como DeepSeek e Moonshot vêm reduzindo essa diferença. A próxima disputa poderá ser pela integração da IA a milhões de máquinas. A China também investe na formação de jovens para os novos empregos tecnológicos. Para Chen, adaptar-se à tecnologia é essencial diante das mudanças estruturais. A grande dúvida é se os robôs gerarão prosperidade ou substituirão trabalhadores. “Não podemos ficar parados e acomodados. Precisamos avançar”, afirma o professor. 

BRASIL ENTRE OS CINCO MELHORES DESTINOS PARA ESTRANGEIROS


O Brasil está entre os cinco melhores destinos do mundo para estrangeiros viverem em 2026, segundo o Expat Insider 2026, da InterNations. 
A pesquisa avaliou 31 países em critérios como trabalho, finanças pessoais, adaptação e infraestrutura. O Brasil ficou na quinta posição do ranking, atrás de Panamá, México, Tailândia e Emirados Árabes Unidos. O Panamá lidera a lista pelo terceiro ano consecutivo. O levantamento aponta uma relação entre bem-estar e custo de vida nos países mais bem avaliados. Panamá, Tailândia, México, Portugal e Malásia se destacam em finanças pessoais. Estrangeiros nesses países relatam facilidade para encontrar moradia e administrar despesas. A receptividade da população local também é um fator importante para a boa avaliação. Sete dos dez primeiros colocados estão entre os países mais bem avaliados em integração social. A facilidade de adaptação à vida local contribui para a satisfação dos expatriados. Os cinco primeiros colocados também apresentam os maiores índices de felicidade entre estrangeiros. 

No Brasil, 79% dos entrevistados elogiam a receptividade da população. A segurança, porém, aparece como o principal ponto negativo do país. Apenas 53% dos estrangeiros entrevistados disseram se sentir seguros vivendo no Brasil. Mesmo assim, o país manteve posição de destaque no ranking internacional. Na outra ponta, a Noruega foi considerada o pior destino entre os 31 países avaliados. Alemanha, Turquia, Reino Unido e Canadá completam as cinco últimas posições. Na Noruega, as principais críticas estão relacionadas à vida social. Muitos estrangeiros afirmaram ter dificuldade para fazer amizades com moradores locais. Também foram relatadas dificuldades para se integrar à sociedade norueguesa. O custo de vida e as opções de lazer receberam avaliações negativas. Apesar disso, a Noruega apresentou bons resultados em segurança no trabalho. O país também teve avaliações positivas sobre sua situação econômica. A qualidade ambiental foi outro aspecto bem avaliado pelos estrangeiros. O estudo mostra que fatores financeiros e sociais pesam na escolha de um país para morar. Receptividade, integração e custo de vida aparecem entre os principais critérios.
O Brasil se destaca especialmente pela acolhida da população e pela satisfação dos expatriados. A segurança, entretanto, continua sendo um desafio para melhorar sua posição no ranking.