Carlos Alberto Dultra Cintra, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, no período 2002/2004, faleceu hoje, 24, aos 82 anos. Ele nasceu na cidade de Ipirá. Cintra graduou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia, na turma de 1967; iniciou sua trajetória vitoriosa no Ministério Público do Estado, como promotor de Justiça, em 1969. Tornou-se o primeiro procurador-geral a ser votado de forma direta, pelos membros da instituição; foi reeleito e, na sequência, era escolhido pelo governador do Estado, em lista tríplice para integrar o Tribunal. Em 1992 assumiu vaga reservada ao Ministério Público, tornando desembargador da Corte. Cintra nunca negou sua amizade com Antonio Carlos, mas entendeu que não poderia aceitar a interferência abusiva na Corte. Na sua gestão deu-se a transferência da sede do Tribunal do bairro de Nazaré para o Centro Administrativo. O magistrado presidiu o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia entre os anos de 2004 e 2006.
A marca do trabalho de Cintra reside na conquista da independência do Judiciário. Na época, em 2002, Antônio Carlos Magalhães, senhor feudal e comandante maior dos poderes, inclusive do Judiciário, impôs a candidatura de seu amigo, desembargador Amadiz Barreto. Até então, todos os nomes para a presidência do Tribunal passavam pela aprovação de Antonio Carlos. Cintra, como a maioria da Corte, não aceitavam o nome indicado e aí originou-se a independência do Judiciário da Bahia. O magistrado ainda pediu ao "chefe" para apontar outro nome, mas a resistência provocou sua candidatura e tornou-se presidente do Tribunal, conseguindo a independência do Judiciário que sempre esteve atrelado ao Executivo. Os passos seguintes do Judiciário foi de total desvinculação com o Executivo, principalmente, na escolha da diretoria.
Essa foi a grande conquista para o Judiciário da Bahia, fruto da independência e trabalho do desembargador Carlos Alberto Dultra Cintra!
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Após um domingo de medo, o México mobilizou 10 mil militares para conter o caos no oeste do país, após operação que matou Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do
O ministro Gilmar Mendes, do STF, em medida cautelar, em Ação Direta de Inconstitucionalidade, suspendeu o pagamento de verbas indenizatórias, denominadas de penduricalhos, no Tribunal de Justiça e no Ministério Público. Assim, ficam anuladas as leis estaduais ou atos administrativos internos que sacramentaram o benefício. Mendes afirmou que o CNJ e o CNMP devem limitar suas atuações na regulamentação do que existe na legislação federal, sem atribuir vantagens para seus membros. Ressaltou o ministro: "Não posso deixar de manifestar perplexidade quanto à desordem que vivenciamos no que diz respeito à remuneração dos agentes públicos de modo geral e, em particular, dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público.
Reconstruir a economia e a infraestrutura da Ucrânia após quatro anos de invasão russa custará US$ 588 bilhões (R$ 3 trilhões) em dez anos, segundo relatório do 
MULHER DESTRÓI ESTÁTUA E É PROCESSADA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prossegue com sua catilinária de defesa de ditadores, a exemplo da constante manifestação contra a prisão do sanguinário Nicolas Maduro. Na verdade, é condenável a ação de Donald Trump de mandar seus policiais descerem numa noite do mês de janeiro, em Caracas, para capturar, prender e conduzir o ditador venezuelano, juntamente com sua esposa, Célia Flores, para prisão nos Estados Unidos. Todavia, essa ação americana, no governo Trump, tornou-se comum e o mundo não assume posicionamento contra essa estúpida invasão. Há, induvidosamente, desrespeito à independência dos países, mas os Estados Unidos, através de Trump, não se preocupa com esse "pormenor" e prossegue na sua administração de invadir residências americanas ou assim proceder em diversos países, sem merecer repulsa das nações democráticas. O casal Maduro está em Nova York, onde responde aos crimes de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Mas Trump não é autoridade competente para promover essa invasão, visando apuração de crimes. 
