ÁRBITRO É IMPEDIDO DE ENTRAR NOS EUA
O árbitro somali Omar Artan, escalado para atuar na Copa do Mundo de 2026, foi deportado dos Estados Unidos após ter o visto negado pelas autoridades americanas. Apesar do apoio da embaixada da Somália, que chegou a oferecer um passaporte diplomático, a entrada no país foi barrada. A informação foi divulgada pelo jornalista Romain Molina, enquanto a Fifa ainda não comentou o caso. Com a negativa, Artan retornou à Somália e ficou impossibilitado de integrar o quadro oficial de árbitros do Mundial. Representante da Confederação Africana de Futebol (CAF), ele seria o primeiro somali a participar de uma Copa do Mundo como árbitro. Ele precisou voltar para Istambul, na Turquia, onde havia feito escala rumo aos EUA. Em 2025, foi eleito o melhor árbitro africano pela CAF e apitou a final da Liga dos Campeões da África entre Pyramids FC e Mamelodi Sundowns.
ÁRBITRO BRASILEIRO APITA ABERTURA DA COPA
O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio (GO) foi escalado para apitar a partida de abertura da Copa do Mundo entre México e África do Sul, na quinta-feira, às 16h (de Brasília), na Cidade do México, pelo Grupo A. A equipe de arbitragem terá ainda os assistentes brasileiros Bruno Pires (GO) e Bruno Boschilia (PR). O quadro é completado pelos paraguaios Juan Gabriel Benítez (quarto árbitro) e Eduardo Cardozo (assistente reserva), pelo colombiano Nicolas Gallo (VAR), pelo chileno Juan Lara (assistente do VAR) e pelo francês Jerome Brisard (apoio ao VAR). O Brasil conta com mais dois árbitros no torneio: Raphael Claus (SP) e Ramon Abatti Abel (SC). Entre os assistentes brasileiros estão Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS). Além de México e África do Sul, o Grupo A é formado por Coreia do Sul e República Tcheca.
NOMEADOS COM REMUNERAÇÃO ACIMA DO TETO
Os cinco integrantes do grupo criado pelo presidente do STF e do CNJ, Edson Fachin, para estudar a remuneração do Judiciário receberam valores acima do teto constitucional em 2025. Juntos, os magistrados e servidores somaram R$ 8,3 milhões em vencimentos brutos no ano. A remuneração média mensal, sem o 13º salário, variou de R$ 71,2 mil a R$ 189,1 mil. Embora a Constituição fixe o teto do funcionalismo em R$ 46,3 mil, benefícios, indenizações e gratificações permitiram pagamentos superiores ao limite. Em março, o STF restringiu os chamados “penduricalhos”, mas autorizou que verbas extras elevem a remuneração de magistrados, promotores e procuradores em até 70% acima do teto, chegando a R$ 78,7 mil. O maior rendimento foi do desembargador Francisco José Rodrigues de Oliveira Neto, coordenador do grupo, que recebeu em média R$ 189,1 mil por mês e acumulou R$ 2,3 milhões brutos no ano. O CNJ afirmou que os pagamentos seguem a legislação e que os tribunais estão se adequando às novas regras definidas pelo STF. Segundo o órgão, os valores elevados decorrem de férias, gratificações, indenizações e direitos retroativos pagos de forma acumulada.
TRUMP É VAIADO
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi vaiado ontem, 8, ao assistir ao terceiro jogo das finais da NBA no Madison Square Garden, em Nova York. Durante a execução do Hino Nacional, sua imagem apareceu no telão da arena, provocando reação negativa de parte do público. A presença de Trump levou ao reforço da segurança, com revistas semelhantes às de aeroportos, proibição de bolsas e recomendação para chegada antecipada dos torcedores. Também não houve fan zone nos arredores do ginásio, ao contrário dos dois primeiros jogos das finais. Alguns fãs reclamaram do impacto das medidas no clima festivo do evento. Nascido em Nova York, Trump é torcedor do New York Knicks e mantém relação próxima com o proprietário da equipe, James Dolan. O presidente já frequentou diversos jogos no Madison Square Garden e realizou um grande comício no local durante a campanha de 2024. Nas redes sociais, o senador democrata Chuck Schumer criticou a visita e afirmou que Trump “não é bem-vindo” à cidade.
POLÍCIA FEDERAL REJEITA DELAÇÃO DE VORCARO