Pesquisar este blog

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

THE NEW YORK TIMES CRITICA INTERFERÊNCIA DE TRUMP NO BRASIL


O The New York Times criticou, em editorial publicado ontem, 25, a interferência de Donald Trump nas eleições de outros países, especialmente no Brasil. O jornal afirma que o presidente americano retoma práticas intervencionistas da Guerra Fria, prejudiciais à democracia e aos próprios interesses dos Estados Unidos. Segundo o editorial, Trump e integrantes de seu governo apoiaram candidatos em países como Argentina, Colômbia, Honduras, Hungria, Israel, Japão e Polônia. Em alguns casos, Washington ofereceu vantagens a aliados políticos e puniu governos adversários. O Brasil é apontado como exemplo recente dessa política. No domingo, os eleitores brasileiros escolheram entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe. Embora Trump não tenha declarado apoio formal a Flávio, o jornal afirma que suas ações favoreceram o candidato da direita. Em 2025, o governo americano impôs tarifas de 50% à maioria dos produtos brasileiros e sancionou o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e sua esposa, tentando pressionar o país após a condenação de Bolsonaro. Parlamentares democratas denunciaram a interferência ao secretário de Estado, Marco Rubio. Lula também criticou, na ONU, a ingerência externa nos processos eleitorais.

Para o conselho editorial do NYT, interferir nas eleições de uma democracia é uma atitude antidemocrática, pois os americanos não têm o direito de decidir o que é melhor para os brasileiros. Historicamente, esse paternalismo produziu resultados negativos, inclusive para os próprios Estados Unidos. O jornal observa que Trump costuma favorecer políticos de extrema direita com tendências autoritárias, que utilizam o poder estatal em benefício próprio e tentam alterar regras eleitorais para permanecer no governo. Embora não seja possível medir o efeito dessas intervenções, algumas tiveram resultados contrários aos pretendidos, como o apoio americano ao húngaro Viktor Orbán, derrotado nas urnas. Na América Latina, o avanço da direita também está relacionado à insatisfação popular com o desempenho econômico de governos de esquerda, à criminalidade e à migração. Entretanto, Trump utiliza o poder econômico americano para recompensar aliados e punir adversários. O editorial cita ainda a Venezuela, onde, segundo o texto, Trump empregou força militar para depor Nicolás Maduro e instalar um governo alinhado aos interesses americanos. Essa política, afirma o jornal, enfraquece a posição internacional dos EUA e favorece regimes autoritários, como os da China, Rússia e Irã, ao alimentar acusações de imperialismo contra as democracias ocidentais. A interferência também prejudica a imagem americana na América Latina. Pesquisas do Pew Research Center indicam que a vantagem dos Estados Unidos sobre a China na opinião pública regional praticamente desapareceu no Brasil, enquanto outros países passaram a demonstrar maior simpatia pelos chineses. O jornal recorda que os EUA apoiaram ações clandestinas contra o governo João Goulart, no início dos anos 1960, contribuindo para o golpe militar de 1964 e duas décadas de ditadura. Com a redemocratização brasileira, a partir de 1985, o país fortaleceu suas instituições e retomou as eleições presidenciais diretas em 1989. Esse processo foi positivo para o Brasil e para a comunidade internacional. O NYT conclui que a influência americana depende do respeito aos ideais democráticos. Ao tentar controlar escolhas políticas de outros países, Trump prejudica outras nações e enfraquece o próprio poder dos Estados Unidos.



LÍDER DA OPOSIÇÃO RETORNA À VENEZUELA

A líder opositora venezuelana María Corina Machado voltou à Venezuela ontem, 25, após quase um ano fora do país. Vencedora do Nobel da Paz de 2025, ela busca recuperar seu protagonismo político em meio às negociações sobre a transição de poder. “Estou aqui. Com vocês”, escreveu nas redes sociais ao anunciar o retorno. Machado visitou uma igreja no estado de Lara e foi recebida por apoiadores. Seu partido, Vente Venezuela, publicou imagens da dirigente durante uma missa e cercada por simpatizantes. Edmundo González Urrutia, que disputou a Presidência em 2024 com seu apoio, celebrou a volta e afirmou que pretende encontrá-la em breve. Ainda não foram divulgados detalhes sobre como a opositora conseguiu entrar no país. Segundo o secretário de Estado americano, Marco Rubio, seu retorno foi possível graças às negociações de reconciliação apoiadas pelos Estados Unidos. Machado deixou a Venezuela em dezembro de 2025 para receber o Nobel, após passar mais de um ano na clandestinidade para evitar a prisão. Impedida pelo chavismo de deixar o país desde 2014, viajou secretamente a Oslo, na Noruega, e sua filha recebeu o prêmio na cerimônia. Depois de uma breve passagem pelos Estados Unidos, instalou-se na Cidade do Panamá e fez ao menos sete tentativas frustradas de retornar à Venezuela. Críticos acusam o governo de Donald Trump de abandonar a oposição e priorizar acordos petrolíferos e investimentos com o governo interino de Delcy Rodríguez. Machado também criticou o acordo de petróleo entre Washington e Caracas.

Sua volta ocorre após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas, em janeiro. Delcy, ex-vice-presidente do ditador, permaneceu no poder e iniciou negociações com Washington e setores oposicionistas sobre mudanças nas instituições eleitorais e judiciais. Trump e Delcy afirmaram que haverá eleições, mas não estabeleceram prazos. O Vente Venezuela, partido de Machado, está excluído das negociações. A dirigente defende que a eleição presidencial ocorra até julho de 2027. A oposição sustenta que González venceu o pleito de 2024, cuja apuração completa nunca foi divulgada pelo regime de Maduro. Na quinta-feira (22), milhares de venezuelanos protestaram em Caracas e outras cidades, exigindo eleições livres, calendário eleitoral e libertação de presos políticos. Foi a primeira mobilização nacional da oposição em quase dois anos. Autoridades americanas, incluindo Trump, afirmam que a Venezuela ainda não está preparada para realizar eleições. O retorno de María Corina Machado aumenta a pressão sobre o governo interino e os Estados Unidos para estabelecer um calendário eleitoral e garantir uma transição democrática no país.

 

TRUMP VOLTA A QUESTIONAR SEGURANÇA DAS ELEIÇÕES


Donald
Trump votou antecipadamente no sábado, (24), na Flórida, nas eleições de meio de mandato, marcadas para 3 de novembro. O presidente e a primeira-dama, Melania Trump, votaram em Palm Beach, perto de Mar-a-Lago. Em seguida, Trump viajou para a Geórgia, onde participou de um comício em apoio aos republicanos. Embora não seja candidato, ele percorre o país para mobilizar eleitores e fortalecer seu partido. Os republicanos enfrentam o risco de perder a estreita maioria que possuem nas duas Casas do Congresso. Durante conversa com jornalistas, Trump voltou a questionar a segurança do sistema eleitoral americano. Sem apresentar provas, alegou que houve fraude em massa nas eleições de 2020. Também afirmou que existiriam cédulas inválidas em Los Angeles, cidade de maioria democrata. Trump tem histórico de contestar resultados eleitorais desfavoráveis. Em janeiro, lamentou não ter usado a Guarda Nacional para apreender máquinas de apuração após perder para Joe Biden. O presidente já defendeu que republicanos assumissem o controle da votação em determinadas localidades. Também propôs nacionalizar as eleições, embora a Constituição atribua aos estados sua administração. Trump pressionou o Congresso pela aprovação do Save America Act, projeto que exige identificação com foto e comprovante de cidadania para registro eleitoral. A proposta também amplia o compartilhamento de dados entre estados e governo federal, mas não foi aprovada.

O governo afirma que as medidas combatem fraudes e impedem votos de pessoas sem direito eleitoral. Entretanto, não há registros de fraudes significativas dessa natureza. No mês passado, a Suprema Corte rejeitou um pedido do governo para permitir novas regras postais sobre cédulas eleitorais. A decisão representou um revés para a tentativa de restringir o voto pelo correio. Pesquisas indicam que os democratas utilizam essa modalidade com maior frequência que os republicanos. Trump intensificou sua atuação política diante da queda de popularidade e das pesquisas desfavoráveis. Tradicionalmente, as eleições de meio de mandato beneficiam a oposição ao partido que ocupa a Casa Branca. Para evitar derrotas, a operação política de Trump destinou US$ 277 milhões a candidatos republicanos entre setembro e meados de outubro. A informação foi divulgada pelo jornal The New York Times. A perda da maioria no Congresso reduziria o espaço de Trump para aprovar sua agenda nos dois últimos anos de governo. Os democratas também prometem ampliar investigações sobre os negócios do presidente e de pessoas próximas a ele.

 

MANCHETES DE ALGUNS JORNAIS DE HOJE, 26/10/2026

CORREIO BRAZILIENSE - BRASÍLIA/DF

Resultado das urnas revela a vitória das redes e das ruas

​

Segundo analistas ouvidos pelo Correio, a estratégia digital do segundo turno petista aliada às manifestações orgânicas dos movimentos sociais e estudantis garantiram a vitória de Lula

O GLOBO - RIO DE JANEIRO/RJ

Contra a maré: vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro supera onda de triunfos à direita e de oposição na América do Sul

​

No momento, junto com o Brasil, apenas as três nações sul-americanas menos populosas estão nas mãos da esquerda: Suriname, Guiana e Uruguai

FOLHA DE SÃO PAULO - SÃO PAULO/SP

Kassio deve descartar questionamentos sobre resultado após Flávio não reconhecer derrota eleitoral

​

Presidente do TSE quer alinhar resposta a candidato do PL com Edson Fachin, do STF Decisão que estende votação por duas horas vira alvo de críticas de chapa derrotada

TRIBUNA DA BAHIA - SALVADOR/BA

Lula conquista virada inédita em disputa presidencial e se reelege para 4º mandato

​

Lula impõe derrota a Flávio Bolsonaro (PL) e conquista a reeleição no País; petista é o líder democraticamente eleito a ocupar a Presidência do País por mais tempo

CORREIO DO POVO - PORTO ALEGRE/RS

Kassio diz que decisão de Zanin de prorrogar votação não provocou "nenhuma alteração" nas eleições

​

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou segurança da votação após prorrogação e comentou judicialização do pleito

DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA/PT 

Em nota emitida pelo Palácio de Belém, António José Seguro assumiu ainda o compromisso de trabalhar em conjunto com o homólogo brasileiro face aos atuais desafios geopolíticos globais.

domingo, 25 de outubro de 2026

LULA E REELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acaba de ser reeleito para mais um mandato na presidência da República, o quarto na sua trajetória política. A disputa aconteceu com o filho de Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro. Lula conseguiu 64.091.270 votos, no percentual de de 51,76%, enquanto seu opositor obteve 48,24%, com 59.725.698 votos. Era necessário o percentual de 50% dos votos. Computou-se 4.145.324 de votos nulos.    

RADAR JUDICIAL

 


VEREADOR DIZ QUE MAIS DE 50%DOS ADVOGADOS ESTUDAM PARA ROUBAR

A declaração do vereador Amaral Bittencourt (PSD), de Criciúma (SC), provocou revolta entre advogados e mobilizou a OAB. Durante sessão na segunda-feira (24), ele votou contra o PL 77/2026, que previa divulgar currículos de ocupantes de cargos comissionados. Na ocasião, afirmou que mais de 50% dos advogados brasileiros estudam para roubar os pobres. O vereador Obadias Benones da Silva (PL) questionou a fonte da estatística e pediu retratação. Bittencourt rebateu, alegando que fraudes ocorrem diariamente no município. Diante da repercussão, a OAB de Santa Catarina e a subseção de Criciúma divulgaram nota de repúdio. As entidades defenderam a liberdade de expressão, mas ressaltaram que ela não autoriza ofensas generalizadas. A OAB afirmou que adotará medidas judiciais e institucionais para apurar possíveis responsabilidades. A instituição destacou que críticas à advocacia são legítimas e eventuais desvios devem ser investigados. Entretanto, considerou que acusações indiscriminadas podem atingir a honra e a reputação de milhares de profissionais. A Câmara de Vereadores também divulgou nota repudiando ataques e generalizações contra categorias profissionais. O Legislativo reafirmou seu respeito à OAB, à advocacia e aos trabalhadores, esclarecendo que não endossa manifestações individuais ofensivas.


TRIBUNAL CONCEDE PRISÃO DOMICILIAR A ADVOGADAS

O Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) concedeu prisão domiciliar a seis advogadas custodiadas em Cariacica. A decisão atendeu a pedido da OAB-ES, apresentado por meio de habeas corpus. A entidade apontou condições de custódia incompatíveis com as prerrogativas da advocacia. A iniciativa foi conduzida pela presidente da OAB-ES, Érica Neves, e pela Comissão de Prerrogativas. Uma vistoria no Centro Prisional Feminino de Cariacica reuniu elementos para fundamentar o pedido judicial. Érica Neves também realizou sustentação oral perante o tribunal. Ela defendeu o respeito às garantias legais das profissionais, mesmo durante a prisão. Com a decisão, as seis advogadas continuam sob custódia do Estado, em regime domiciliar. Elas deverão cumprir as restrições estabelecidas pela Justiça. O caso reacende o debate sobre as prerrogativas previstas no Estatuto da Advocacia. A discussão envolve os limites legais para a custódia de advogados e advogadas. Segundo a OAB-ES, garantir essas prerrogativas não significa afastar a responsabilidade criminal das investigadas.


MEDO E NERVOSISMO NA FUVEST

João Bacalarski, de 17 anos, enfrenta o medo e o nervosismo enquanto se prepara para Fuvest, Enem e outros vestibulares. Seu sonho é cursar engenharia na USP, mas teme esquecer o conteúdo na hora das provas. A psicóloga Rafaela Perim explica que o medo é natural e, em níveis moderados, pode ajudar no desempenho. O problema surge quando a ansiedade prejudica a concentração e provoca o chamado “branco”. Nesses momentos, a orientação é respirar devagar, resolver questões mais fáceis e retornar depois às difíceis. Especialistas recomendam treinar essas estratégias previamente e realizar simulados para conhecer o formato das avaliações. O professor Marcel Costa destaca que analisar os erros ajuda a identificar conteúdos que precisam ser revistos. Ele também alerta que comparar o próprio desempenho com o de amigos prejudica o foco nos estudos. A preparação deve incluir gestão do tempo, sono adequado, alimentação saudável e momentos de lazer. A professora Esther Carvalho ressalta que reconhecer os próprios medos ajuda a enfrentar as dificuldades. Os pais devem apoiar os filhos sem transformar suas expectativas em pressão excessiva. A ansiedade persistente, quando prejudica o sono, a alimentação ou a rotina, exige atenção e possível acompanhamento psicológico.


MISSÃO JAPONESA EM DIREÇÃO A MARTE

A missão japonesa MMX foi lançada em direção a Marte para explorar suas duas luas e recolher amostras. Impulsionada por um foguete H3, a sonda deverá chegar ao planeta vermelho em agosto de 2027. Seu principal objetivo é investigar Fobos, a maior e mais próxima das luas marcianas. Os cientistas buscam esclarecer a origem desses satélites, possivelmente asteroides capturados ou resultado de antigos impactos. A missão conta com colaboração da Europa, França, Alemanha e Estados Unidos. A partir de setembro de 2027, a MMX estudará Fobos e também observará Deimos, a menor das luas. Durante a missão, a sonda tentará realizar dois pousos em Fobos. Um pequeno veículo explorará a superfície, enquanto a espaçonave coletará poeira e fragmentos de rocha. A previsão é recolher cerca de dez gramas de material para análises científicas na Terra. O retorno da missão deverá começar em 2030, com chegada ao planeta em 2031. Uma cápsula transportará as amostras até o deserto australiano, após reentrar na atmosfera. O projeto custa US$ 458 milhões e enfrenta grandes desafios, mas a agência japonesa Jaxa tem experiência em trazer amostras de asteroides.

Brasileiros votam em Xangai no primeiro turno da eleição

LULA VENCE NA CHINA 

No segundo turno da eleição presidencial na China continental, Lula (PT) obteve 70,5% dos votos, contra 25,2% de Flávio Bolsonaro (PL). O presidente somou 375 votos, enquanto o adversário recebeu 134. Ao todo, 532 brasileiros votaram, 23% a mais que no primeiro turno. Dos 1.503 eleitores aptos, a abstenção caiu de 71% para 64,6%. Foram registrados ainda dois votos em branco e 21 nulos. Em Xangai, Lula recebeu 68,9% dos votos, contra 25% de Flávio. Na cidade, 264 dos 740 eleitores aptos compareceram às urnas. Em Pequim, Lula alcançou 84,6%, enquanto Flávio obteve 14,8%. A capital teve o maior comparecimento proporcional, de 43,3%. Em Cantão, Lula venceu com 56,3%, contra 38,7% de Flávio. A cidade registrou participação de 28,4% dos eleitores aptos. Os dados foram apurados a partir dos boletins de urna de Pequim, Xangai e Cantão, sem incluir Hong Kong.


DONA MARIA É A FUNCIONÁRIA MAIS IDOSA: 92 ANOS 

Dona Maria, de 92 anos, nasceu e mora em Blumenau (SC), é mãe de 15 filhos, avó de 31 netos e bisavó de 16 bisnetos. Viúva aos 59 anos, manteve sua independência, cuidando da casa e realizando sozinha suas atividades cotidianas. Após cerca de 40 anos afastada do mercado formal, decidiu voltar a trabalhar no comércio. Em dezembro de 2025, pediu aos netos que gravassem um vídeo contando seu desejo de retornar ao trabalho. A gravação chegou ao empresário Luciano Hang, proprietário da Havan. Em 5 de janeiro de 2026, Dona Maria foi contratada com carteira assinada pela empresa. Ela trabalha como auxiliar de vendas e empacotadora na loja da Rua XV de Novembro, em Blumenau. Aos 92 anos, tornou-se símbolo de disposição, autonomia e entusiasmo pela vida. Em maio de 2026, recebeu do RankBrasil o reconhecimento de mulher mais idosa do país com carteira assinada. Sua história ganhou repercussão nacional e atraiu milhares de seguidores nas redes sociais. Dona Maria afirma que o trabalho lhe devolveu a alegria, o propósito e a vontade de viver. Sua filosofia é continuar trabalhando enquanto estiver feliz e, com bom humor, chegar aos 200 anos.

Salvador, 25 de outubro de 2026.

Antonio Pessoa Cardoso
Pessoa Cardoso Advogados