O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), respondeu, ontem, (27), à ofensiva do governo norte-americano e do Congresso dos EUA contra ações do Judiciário brasileiro. A insurgência busca aprovar projeto para impedir o ministro Alexandre de Moraes no país. A medida que depende de discussão no Plenário e no Senado tenciona impedir a entrada ou deportação de qualquer pessoas considerada um "agente estrangeiro que infrinja o direito de liberdade de expressão ao censurar cidadãos dos Estados Unidos em solo americano". Ainda bem que o entrevero não alcançou o Judiciário americano, porque rejeitou ação, proposta pelo grupo do presidente Donald Trump contra Moraes. Na sua fala, o ministro Moraes recordou a construção da República brasileira independente e democrática.
A plataforma de vídeos Ruble e a Trump Media ingressaram com ação na Justiça americana, acusando o ministro de censura. Na verdade, o ministro puniu a plataforma, como procedeu meses atrás, contra outra plataforma americana, face à infração das leis brasileiras, pelo fato de não apresentar representante da empresa no Brasil. O ministro Roberto Barroso, presidente do STF, defendeu Moraes e mencionou o fato de os Estados Unidos ter defendido o golpe no Brasil. Disse Barroso: "A tentativa de fazer prevalecer a narrativa dos que apoiaram o golpe fracassado não haverá de prevalecer entre as pessoas verdadeiramente de bem e democratas. Nós bem sabemos o que tivemos que passar para evitar colapso das instituições de golpe de Estado".
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