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sexta-feira, 4 de abril de 2025

CHINA ENFRENTA EUA

A China passou a retaliar ao "tarifaço", anunciado, na quarta-feira, pelo presidente Donald Trump, impondo novas tarifas de 34% sobre todos os produtos importados dos Estados Unidos, mesma tarifa aplicada por Washington a produtos chineses. A nova tarifa chinesa passará a vigorar a partir da próxima quinta-feira, 10, segundo anunciou o ministro das Finanças da China. O governo chinês promete controle sobre materiais como samário, gadolínio, érbio, disprósio, lutécio, escândio e ítrio, matérias-primas difíceis de serem encontradas no mundo para produções tecnológicas, como chips para celulares, computadores e cartões. O Ministério do Comércio emitiu comunicado: "O objetivo da implementação do governo chinês de controles de exportação sobre itens relevantes de acordo com a lei é proteger melhor a segurança e os interesses nacionais e cumprir obrigações internacionais como a não proliferação".  

O governo anunciou que 11 empresas americanas estão na lista de entidades não confiáveis do país, proibidas de atividades de importação, exportação e investimento, porque cooperam militar e tecnologicamente com Taiwan, "prejudicando seriamente a soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento da China". As medidas do presidente Donald Trump deverão contribuir para pressionar a inflação e diminuir o consumo, causando recessão da atividade econômica e desvalorizando o dólar. Além das novas tarifas para a China, foi incluída também o percentual de 46% para Vietnã, 37% para Bangladesh e 36% para Tailândia, além de Coreia do Sul com 25% e Japão com 24%.

 

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