![]() |
Trump e Robert Kennedy Jr |
O Departamento de Saúde e de Serviços Humanos marcou o início da demissão de 10 mil funcionários do governo Trump. O mais interessante é que o servidor recebe uma mensagem por e-mail, dizendo: "Essa ação de Redução em Força (RIF, pela sigla em inglês) não reflete diretamente sobre seu serviço, desempenho ou conduta". Muitos servidores souberam da demissão quando chegaram ao local de trabalho e foram impedidos de acessar. Houve até fila na entrada no prédio do HHS; o quadro total de servidores do órgão é de 80 mil pessoas. O secretário de Saúde, Robert Kennedy Júnior, é o sobrinho do ex-presidente John F. Kennedy, que declarou: "Não estamos apenas reduzindo a expansão burocrática. Estamos realinhando a organização com sua missão principal e com nossas novas prioridades para reverter a epidemia de doenças crônicas. Vamos restaurar as agências de saúde do HHS à sua rica tradição de ciência padrão-ouro, baseada em evidências, para enfrentar a epidemia de doenças crônicas e tornar América saudável novamente". O secretário é conhecido como anti-vacina.
Os Estados Unidos enfrentam graves surtos de sarampo, além da ameaça humana da gripe aviária. O descaso com os servidores é tão grande que funcionários de alto escalão vinculados ao HHS, receberam propostas para serem transferidos para locais isolados como Alasca e Oklahoma. A ex-presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosy, classificou os cortes no setor de saúde como "irresponsáveis e perigosos". A decisão de Roberto F. Kennedy Jr e de Donald Trump causará prejuízos maiores às comunidades mais vulneráveis. A nomeação de Kennedy para o setor de saúde foi bastante criticada, principalmente, porque ele não tem experiência alguma nessa área.
Nenhum comentário:
Postar um comentário