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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

DEPUTADO TENTOU FUGIR


O deputado federal João Rodrigues, que tinha viagem dos Estados Unidos para Campinas, mas cancelou o trajeto e comprou novo bilhete com destino ao Paraguai, onde foi impedido de desembarcar; logo que desceu foi preso em Guarulhos, na manhã de hoje. É que tinha um mandado de prisão expedido pelo STF. A pretensão do deputado em esperar a prescrição da pena que ocorreria no próximo dia 12/02.

NOMEAÇÃO SEM CONCURSO


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso julgou procedente Ação Direta de Inconstitucionalidade da Lei Complementar n. 21/2010, do município de Tapurah, que tratava de contração por tempo determinado de servidores sem concurso público. Entendeu o Tribunal que há afronta ao art. 129, incisos II e VI da Constituição do Estado. Se a necessidade da contratação por interesse público for excepcional, a norma deverá estabelecer os casos nos quais são oportunos e cabíveis. Outro absurdo verificado na lei foi a prorrogação pelo prazo de quarto ano das contratações.

PUIGDEMONT É QUESTIONADO

O líder da Catalunha, Carles Puigdemont, foi questionado sobre seu “espetáculo em Bruxelas ou na Eurodisney para ser declarado presidente, príncipe ou rei…” A líder dos Ciudadanos na Catalunha, Inés Arrimadas, reagiu à pretensão de Puigdemont criar um Conselho da República, no qual seria proclamado presidente na capital belga no dia 18 de fevereiro. 

O plano foi classificado como “palhaçada pelo Partido Popular da Catalunha, enquanto os socialistas intitularam-no de “prémio de consolação”. A mirabolante pretensão de Puigdemont prevê apresentação de uma proposta de resolução no Parlamento catalão de “reconhecimento restitutivo do presidente Puigdemont e invocação do 1 e do 27 de outubro”, rememorando o referendo e o dia da declaração unilateral de independência.

BARROSO CENSURA ADVOGADO


Em sessão de julgamento de ontem, no STF, no julgamento do recurso do deputado João Rodrigues, o ministro Roberto Barroso insurgiu-se contra a intervenção do criminalista Nabor Bulhões, em alguns momentos que pediu a palavra, pela ordem. Disse Barroso: está havendo um “debate permanente com um sexto juiz”.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

SENADORES CELEBRAM ACORDO

Os senadores republicanos e democratas chegaram a um acordo hoje sobre o orçamento dos Estados Unidos pelos próximos dois anos, evitando desta forma nova paralisação do governo. Foi retirado do acordo o tema sobre a imigração; por outro lado, o presidente Donald Trump pressiona o Congresso para financiar a construção do muro divisório com o México, mas os democratas não aceitam.

A proposta aprovada não faz referência ao muro e aos “dreamers”, mas evitou a paralisação do governo, tema em discussão há mais de um mês, e que ocorreria na próxima sexta feira.

JUÍZES: ADIAMENTO DE DECISÃO DE AUXÍLIO-MORADIA


A Associação de Juízes Federais requereu ao ministro Luiz Fux, do STF, adiamento do julgamento do processo de auxílio-moradia, que estava parado no gabinete do ministro desde o ano de 2014. Funda o pedido na necessidade de sua manifestação sobre o benefício concedido pelo ministro, através de liminar, sem ter sido submetida ao Plenário da Corte.

JUIZ CONDENADO POR AMEAÇAS À MULHER

O Tribunal da Relação de Guimarães, em Portugal, pronunciou o juiz Vítor Costa Vale, de Vila Nova de Famalicão, pela prática do crime de violência doméstica, diante das injúrias, das ameaças e expressões ofensivas dirigidas por e-mails à sua ex-esposa. O magistrado terá de pagar 8 mil euros de multa, porque, como testemunha num julgamento de processo de herança, mentiu para prejudicar a ex-companheira. 

Na decisão, o Tribunal diz que Costa Vale teve “clara inconformação” com o fim da relação matrimonial, com quem viveu por quatro anos. O réu quis “inquietar, perturbar, incomodar, humilhar, injuriar, ameaçar e provocar medo na assistente (ex-companheira), nomeadamente por ser juiz de Direito”. Houve ainda a condenação de 5 mil euros por “danos não patrimoniais”. A decisão foi mantida pelo Supremo Tribunal de Justiça.

DESEMBARGADOR MANDA ADVOGADO ESTUDAR

Um advogado, dono de um veículo roubado, ingressou com Habeas Corpus para liberar seu bem. O desembargador Jaime Ferreira de Araújo, na decisão, questionou a capacidade do profissional, assegurando que o Habeas Corpus presta-se para proteger a liberdade individual do ser humano e não de um bem. Disse ainda o desembargador que “não sendo ele aprovado na prova de que se trata, reúna sua diretoria para decidir se cassam ou não a Carteira daquele que ajuíza ação temerária, que Rui Barbosa, se vivo fosse, teria vergonha de dizer que pertenceria à mesma categoria profissional deste impetrante. 

O presidente da OAB/MA lançou Nota, defendendo o advogado: “não cabe a nenhum magistrado deste país avaliar a capacidade técnica dos advogados e afirma que o desembargador cometeu “evidentes excessos(...) extrapolando suas atribuições”. Enfatizou para dizer que a manifestação do desembargador destoam das relações entre Judiciário e a advocacia, vez que a Ordem nada fala sobre erros cometidos por julgadores.

PREPOSTO MENTE, EMPRESA É CONDENADA

O juiz Alexandre Reis Pereira de Barros, da 3ª Vara do Trabalho de Contagem, condenou uma empresa, porque seu representante trouxe à audiência uma “mentira grotesca, arrogante, presunçosa, debochada”. Uma funcionária acusou a empregadora de descumprir obrigações contratuais e o juiz julgou procedente a Reclamação e ainda condenou a empresa por litigância de má-fé no valor de 9% sobre o valor corrigido da causa. 

O funcionário de uma empresa de ônibus de Contagem/MG assegurou que não havia metas a serem cumpridas pelos empregados, apesar de documento nos autos comprovando o contrário. Disse o magistrado: “Ora, se não tinha metas, por que foi punida justamente por não atingir metas?...” Fixou os danos morais requeridos em R$ 7 mil.

RÉU ABSOLVIDO POR SERGIO MORO

O juiz Sergio Moro absolveu Maurício Guedes, um ex-gerente da Petrobrás, por falta de provas, vez que as declarações prestadas pelo delator não foram confirmadas pelo Ministério Público Federal. Maurício era acusado de corrupção passiva, acusado de receber propinas da empresa Andrade Gutierrez, para facilitar contratos de construção do Terminal de Regasseificação da Bahia. 

A acusação embasou-se somente nas delações de Edison Krummenauer, também ex-gerente da Petrobrás. Moro recorreu a uma delação de Dalmazzo que foi desacreditada pelo próprio delator.